quarta-feira, 22 de julho de 2015

MISTÉRIO DOS GATOS



OS MISTÉRIOS DO GATO

Ninguém duvida que o gato é um dos animais mais enigmáticos que existe. Seu olhar aguçado e profundo, seu caráter indomável, sua independência e seu jeitinho cativante sempre chamou a atenção das pessoas. No Egito antigo, o gato era venerado como um deus. Foi sempre visto como animal associado a noite, a lua e ao feminino, sendo portanto de polaridade negativa. O polo negativo não significa que seja ruim, mau ou errado; significa apenas que o gato é ligado ao simbolismo lunar e não ao simbolismo solar.

Na Idade Média, ele foi associado a práticas de magia negra e bruxaria. Contam as lendas que toda bruxa sempre possuía um gato preto, como forma de se proteger contra o mau olhado e os feitiços que lhe eram lançados. Na crença popular, o gato é visto com desconfiança. O gato preto é sinal de mau augúrio em algumas tradições. Infelizmente, algumas práticas primitivas de magia ainda buscam o sacrifício do gato preto como a finalidade de doação de energia a espíritos sombrios. Mas terá mesmo o gato alguns poderes extrassensoriais?

Esoteristas e místicos afirmam que os mistérios do gato são reais. Dentre outras coisas, alguns citam a incrível capacidade que os gatos teriam de absorver as energias negativas do ambiente. Dizem que os gatos possuem antenas naturais de detecção de certas energias, e se sentem atraídos por energias negativas, ao contrário dos cachorros que seriam atraídos por energias positivas. Parece que eles se atraem por energias mais densas e, ao tomar contato com elas, eles as absorvem e as purificam. Isso explicaria a grande quantidade e aglomeração de gatos que são muitas vezes encontradas em cemitérios, hospitais e outros locais.

Gatos e cachorros têm predisposições instintivas de trabalhos a serem exercidos. O cachorro, por exemplo, gosta de proporcionar proteção ao seu lar. Por esse motivo, muitos utilizam os cães de guarda como forma de proteção a residências e instituições. Os cachorros protegem os espaços com os quais se identificam em nível material. Já o gato também trabalha por essa proteção, mas ao contrário do cão, ele o faz pelo nível psíquico e sutil. Quando o gato mora numa casa, ele ajuda a proteger essa casa das energias que a invadem, ou das energias que nela são geradas. Assim, enquanto os cachorros protegem os ambientes materiais, os gatos os protegem de energias invasoras, ajudando a manter o ambiente o mais limpo possível, Por esse motivo rezam as lendas que, na Idade Média, muitas bruxas possuíam gatos. Elas conheciam essas faculdades de proteção psíquica e se valiam delas para amenizar os ataques espirituais. Quando o gato ame de verdade uma pessoa, ele fará de tudo para protege-la de todas as influências que possam recair sobre ela. Alguns afirmam que, m algumas ocasiões, eles podem até mesmo tomar para si as doenças que iriam se instalar em seus donos, protege-os do mal e sofrendo neles mesmos os efeitos de uma enfermidade.

Sabe-se que os cemitérios são locais onde há grande concentração de energias de sofrimento, tristeza e angústia pela perda dos entes queridos e amigos. Os felinos se atraem pelos miasmas presentes na psicoesfera dos cemitérios e podem permanecer por lá longos períodos. É comum também encontrar muitos gatos em residências ou locais públicos onde ocorreram, no passado, grandes conflitos, guerras ou sofrimento. Hospitais são locais onde algumas vezes também podem ser encontrados vários gatos, que se reúnem para absorver e transmutar as energias mais densas dos ambientes.

O gato absorve e retêm essas energias, e durante seu sono, ele expurgaria uma boa quantidade dessas energias, transmutando-as em energias menos densas e mais sutis. Dizem que os gatos com mais tendência a engordar são aqueles que estão absorvendo grande carga vibratória densa, e por não conseguir expurgarem tudo, guardar em si mesmos e ficam acumulados como gordura. Uma boa forma de descobrir onde estão os pontos de maior concentração de energias negativas num determinado local é observando onde seu gato mais gosta de ficar. Se ele sai de casa e vai sempre a outra residência, é bem provável que ali ele encontre um ambiente carregado.

Para demonstrar esse fato, podemos observar a influência dos veios subterrâneos tal como pesquisada pela Radiestesia. Algumas das correntes de água subterrânea, quando se cruzam umas com as outras, podem ter um efeito deletério na saúde física e mental humana, trazendo diversos problemas de ordem física e emocional. Dizem os radiestesistas que é muito interessante notar como os gatos se sentem atraídos diretamente para o local exato onde existe o cruzamento das correntes de água subterrâneas. Eles identificam esses locais, e deitam neles, podendo ficar horas parados ali captando e transmutando essas energias densas. A concentração vibratória dos veios subterrâneos faz muito mal ao ser humano, podendo provocar até mesmo doenças letais, como câncer, mas não faz mal aos gatos, que deitam sobre elas e ali permanecem. Nesse sentido, os gatos são verdadeiras esponjas energéticas que ajudam a sugar e transformar as energias dos ambientes.

Autor: Hugo Lapa

sexta-feira, 17 de julho de 2015

ACUPUNTURA TURBINADA

Descoberta triplica efeitos da acupuntura contra a dor

Tom Rickey

Acupuntura turbinada
Cientistas deram mais um passo importante para compreenderem como o simples espetar de algumas agulhas no corpo é capaz de aliviar a dor.Em um artigo publicado na revista Nature Neuroscience, a equipe da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, identificou a molécula adenosina como um elemento central na ativação no corpo de alguns dos efeitos da acupuntura.Partindo desse novo conhecimento, os cientistas foram capazes de triplicar os efeitos benéficos da acupuntura em camundongos por meio da adição de um medicamento aprovado para tratar a leucemia.

Adenosina
A adenosina é um composto natural conhecido por seu papel na regulação do sono, por seus efeitos sobre o coração, e pelas suas propriedades anti-inflamatórias.Mas a adenosina também atua como um analgésico natural, tornando-se ativa na pele após um ferimento para inibir os sinais nervosos e aliviar a dor de uma forma semelhante ao que faz a lidocaína.No estudo, os cientistas descobriram que esta substância química é também muito ativa nos tecidos mais profundos afetados pela acupuntura.Os pesquisadores analisaram os efeitos da acupuntura no sistema nervoso periférico - os nervos do nosso corpo que não são parte do cérebro e da medula espinhal.

Base científica da acupuntura
Segundo Maiken Nedergaard, as novas descobertas vêm adicionar ainda mais suporte científico à acupuntura."A acupuntura tem sido um pilar do tratamento médico em algumas partes do mundo por 4.000 anos, mas, como ela ainda não foi compreendida completamente, muitas pessoas se mantiveram céticas", afirma Nedergaard.A pesquisa complementa um rico corpo de trabalhos que mostram que, no sistema nervoso central, a acupuntura cria sinais que levam o cérebro a produzir as endorfinas, analgésicos naturais."Neste trabalho, nós fornecemos informações sobre um mecanismo físico pelo qual a acupuntura reduz a dor no corpo," acrescenta a pesquisadora.

Acupuntura três vezes melhor
Assim que reconheceram o papel da adenosina, os cientistas começaram a explorar os efeitos de uma droga contra o câncer, chamado deoxicoformicina, que dificulta a remoção da adenosina pelos tecidos.O composto aumentou dramaticamente os efeitos do tratamento com acupuntura, quase triplicando o acúmulo de adenosina nos músculos e mais do que triplicando o tempo de eficácia do tratamento."É claro que a acupuntura pode ativar uma série de mecanismos diferentes," acrescenta Josephine P. Briggs, coautora do estudo. "Este estudo extremamente cuidadoso identificou a adenosina como um novo participante nesse processo. É uma contribuição interessante para a nossa crescente compreensão da complexa intervenção que é a acupuntura."
Fonte:
Diário da Saúde - www.diariodasaude.com.br


sexta-feira, 3 de julho de 2015

PARTIDA DE UM GRANDE MESTRE

O MUNDO PERDE UM DOS SEUS MAIORES INTELECTUAIS DA ATUALIDADE






Nota do  IIPC  - Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia

"Comunicamos oficialmente a dessoma do Prof. Waldo Vieira, ocorrida hoje, às 17h50, no Hospital Ministro Costa Cavalcante, em Foz do Iguaçu. A pedido do Prof. Waldo não haverá cortejo fúnebre e o corpo será cremado ainda esta noite.
Nossa imensa gratidão ao Prof. Waldo pelo trabalho singular e exemplarismo carismático!
Seja muito bem vindo Zéfiro!"




O Professor Waldo Vieira nasceu na cidade de Monte Carmelo no dia 12 de abril de 1932. Ao longo da vida ele acumulou em seu currículo as profissões de lexicógrafo, dentista e médico, consagrando-se também como importante médium brasileiro. Ao completar nove anos ele se dedica a estruturar sua primeira biblioteca.


Já aos 14 anos ele relata pelo menos 50 eventos mediúnicos e se dá conta do valor do desdobramento espiritual, também denominado projeção. Devota-se então à pesquisa deste tema e, aos 17 anos, elabora várias deduções e organiza significativas referências bibliográficas.

Para concluir suas graduações em Odontologia e em Medicina, na cidade mineira de Uberaba, onde reside nesta época, ele trabalha incansavelmente, e ao mesmo tempo cria variados artigos e obras referentes ao Espiritismo. Neste mesmo período, Waldo conhece Chico Xavier, o médium brasileiro mais importante, e desta parceria resultam várias obras, especialmente a saga psicografada do espírito André Luiz, produzida de 1950 a 1960.

De 1959 a 1966 ele reserva um vasto espaço de sua casa para montar sua biblioteca particular, e simultaneamente se esmera na prática da caridade. Em 1966 ele abandona a militância espírita e se converte em estudioso autônomo, fixando-se na cidade do Rio de Janeiro, aí permanecendo até 1978. Um ano depois, ele publica Projeções da Consciência – Diário de Experiências Fora do Corpo Humano.

Em terras cariocas ele chama a atenção do mundo para suas pesquisas no campo das vivências fora-do-corpo e da Projeciologia, partindo do ponto de vista que estas experiências são fundamentais para a construção da consciência plena. No ano de 1981 o professor torna-se co-fundador do Centro da Consciência Contínua, instituição especializada em investigar estes fenômenos e as condições alteradas da consciência.

Waldo tem um vasto currículo: realizou sua pós-graduação no campo de Plástica e Cosmética, em Tóquio, capital japonesa; escreveu vários tratados, vinte livros e inúmeros artigos sobre Projeciologia e Conscienciologia; integra a Society for Psychical Research, fundação londrina, e aAmerican Society for Psychical Research, de Nova York; co-fundou o Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), aInternational Academy of the Consciousness (IAC), a Associação Internacional para Evolução da Consciência (ARACÊ), a Organização Internacional de Consciencioterapia (OIC) e a Associação Internacional de Inversão Existencial (ASSINVÉXIS).

Seu tratado Panorama das Experiências Fora do Corpo Humano, publicado em 1986, ocupa as prateleiras das principais bibliotecas mundiais e oferece 1907 menções bibliográficas universais sobre a Projeciologia, consagrada como ciência a partir da difusão desta obra. Outro trabalho, 700 Experimentos da Conscienciologia, lançado em 1994, consolida a Conscienciologia como disciplina científica.

Em 1996, Waldo concretiza importante doação ao Centro de Altos Estudos da Conscienciologia (CEAEC), sua própria biblioteca, que contém o mais vasto panorama mundial sobre a Projeciologia. No início do novo milênio o professor se transfere para Foz de Iguaçu, devotando-se a partir daí a um empreendimento grandioso, a elaboração da Enciclopédia da Conscienciologia - seu primeiro volume é publicado em 2006.

Em 2001 ele é incluído pelo International Biographical Center, de Cambridge, Inglaterra, no rol dos Intelectuais do Século XXI. Seu tratado mais novo, lançado em 2006, é intitulado Homo Sapiens Pacificus, e é considerado um dos melhores compêndios sobre Cosmoética ou Ética Cósmica.

Fontes:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20081223040325AAmgRdR
http://pt.wikipedia.org/wiki/Waldo_Vieira

quinta-feira, 2 de julho de 2015

TERAPÊUTAS EGIPCIOS E ESSENIOS







Como curavam os terapeutas egípcios e essênios


por Ana Nardini - anadespertar@gmail.com

É importante , ou pelo menos pode ser curioso, saber que as terapias utilizadas hoje encontram ressonância nos métodos dos antigos terapeutas egípcios e essênios.
Para os egípcios, assim como para os essênios o conceito de doença e saúde estava ligado à dimensão sagrada do Ser Humano.
Para eles os Seres Humanos eram concebidos como uma árvore cujas raízes estavam num lugar Celestial. Não consideravam o corpo um simples mecanismo terrestre aperfeiçoado, mas como parte de um Todo onde as raízes cresciam no Universo Divino.
Nem por isso desprezavam a matéria densa, ao contrário, a consideravam o primeiro degrau de uma grande escada através da qual o homem alcançaria o sutil Oceano Causal.
Os terapeutas essênios e egípcios que dominavam a própria arte ,sabiam que deveriam subir o mais alto possível esta escada para identificar as origens de uma doença.
Por isso quase sempre os centros terapêuticos eram Templos.
O equilíbrio e a cura não poderiam ser tratados em quaisquer lugar ou condições, visto a origem Divina do Homem.
Todo o local era energizado e harmonizado considerando a dimensão sagrada do Ser . Nestes ambientes , chamados muitas vezes de " Casa da Vida", existia uma estreita conexão com ritos iniciáticos, e desta forma era impossível ser um terapeuta sem ser um sacerdote, ou seja , passar por estudos e conduzir uma vida dedicada às reflexões metafísicas.
Nada era visto de maneira separada, tudo era vivido como estados diversos da metamorfose de uma imensa Corrente de Vida, em busca da felicidade .
Felicidade e dedicação eram os sentimentos principais durante todo o trabalho terapêutico. Existia uma alegria em ser um curador, o local exalava esperança de cura.
Podemos aqui, refletir como é a atitude de nossos curadores hoje em dia? Afinal sentimos a diferença em sermos tratados por profissionais da saúde, sejam eles dentistas, médicos, terapeutas, que amam o que fazem, não é mesmo?

O Local de trabalho - Espaço Terapêutico

Os essênios consideravam o local para a cura um "santuário", não ligado a um dogma mas um espaço sagrado, considerando que Tudo era sagrado para eles na Vida. O local deveria ser sóbrio , com neutralidade para acolher a todos os corações e almas que ali chegassem.
A pureza estética era importante, pois cada detalhe da sala ficaria na memória do paciente. Cada raio de luz, objeto e aroma serviriam de arquétipos de referimento para a cura.
O local terapêutico, quase como um santuário, era um espaço fora do tempo, como uma ponte entre o doente, o terapeuta e o Divino.
Este ambiente sempre era consagrado, principalmente nos solstícios em rituais onde se faziam ofertas ao Tudo, à Vida. Sempre com grande alegria interior, sempre felizes pela oportunidade de Servir.
O Faraó Akhenaton acreditava que o verdadeiro sacerdócio era um "estado de Mestria" dos vários mundos interiores, que possibilitava o controle e domínio dos momentos alegres e felizes.
E neste espírito alegre e pouco dogmático eram realizados os ritos de consagração do ambiente. Essa consagração era um gesto natural, uma oferta espontânea e alegre .
A roupa do terapeuta também era importante, pois ficaria impressa na memória do doente . As vestimentas eram simples, limpas e discretas.
Concluímos que , apesar da certeza que os antigos terapeutas tinham da origem Divina do Homem, não deixavam ao acaso nada na Matéria.
Todo detalhe desde a escolha, consagração e como se apresentar ao doente era levado muito a sério, porque tinham consciência que tudo permaneceria no inconsciente da pessoa e poderia ajudar na abertura para a ação terapêutica.

CURAR - ESTADO DE CONSCIÊNCIA

Os futuros terapeutas eram escolhidos quando davam prova de possuírem uma humanidade profunda e serem capazes de manifestá-la. Não se escolhia um aluno, apenas pelo conhecimento científico.
O aprendiz deveria ter capacidade de escutar seu próximo e grande carisma , buscando sempre servir com amor e devoção, mantendo o contato com a Realidade Divina, independente de seu estado de humor e de ânimo, consciente de que era um canal da energia de cura.
Era comum encontrar na porta dos Centros Terapêuticos a frase:
"oferecemos o que somos".

O estudo das terapias levava anos. Aprendiam a manipular óleos , plantas medicinais, leitura da aura , anatomia e estudavam profundamente os centros energéticos. Estudavam profundamente os corpos sutis porque estes precedem o corpo físico.

No início das sessões costumavam fazer a seguinte pergunta:
"com quem ou com que coisa você está em guerra?"
Encontramos nas escrituras Jesus perguntando de outra forma :
" Diga-me quem é seu inimigo?"

Percebam que essas perguntas demonstram como eles encaravam a doença. Porque tais perguntas fazem com que as pessoas falem de coisas verdadeiras de suas vidas.
Não era o corpo a ser consultado primeiramente mas a Alma.
E isso muda tudo!
Os antigos terapeutas acreditavam que o enraizamento de um estado conflitual se transformaria numa semente de uma futura doença, hoje chamamos de doenças psicosomáticas.

Outro conhecimento já conhecido por eles é o termo "egrégora" ou mais modernamente, campo morfogenético. Eles sabiam que uma espécie de campo receptor e transmissor fazia parte da vida do Ser Humano. Uma ressonância que alimenta dentro de si pensamentos e focalizações de consciência.
Os antigos diziam: alimenta a cólera e beberai a cólera, cria amor e será nutrido de amor, se alimente o conflito, o conflito descerá dentro de você, mas se você semeia doçura a sua estrada acabará por ser pavimentada de unidade.

Vírus ou micróbios, mesmo sem terem microscópios, eram também conhecidos pelos terapeutas antigos, estes seres eram considerados como "entidade-doença".
Os grandes místicos conseguiam adentrar o mundo do invisível e constatavam que formas pensamentos , egrégoras alimentadas pela espécie humana geravam múltiplos pensamentos do mesmo gênere que acabavam por ser habitadas, e depois controladas por formas embrionais de vida, geralmente emersas dos extratos mais baixos do mundo astral o do mundo etérico mesmo.

No próximo texto falarei ainda mais como esses maravilhosos curadores ajudavam os doentes na cura e principalmente na mudança de pensamentos e atitudes que sabemos bem, são a principal causa de nossos males .



Fonte de estudo: "Così Curavamo" - Daniel Meurois-Givaudan